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COMUNICADO DE IMPRENSA 20/10/2025
Filme premiado do realizador António Ferreira estreia a 6 de novembro A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS – UM RETRATO HUMANO SOBRE ENVELHECIMENTO, COLONIALISMO E RACISMO ESTRUTURAL
Protagonizado por José Martins e Mina Andala, A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS é o novo filme do realizador português António Ferreira. A obra é um drama comovente e profundamente humano sobre a velhice, a culpa e a possibilidade de redenção. O filme chega às salas portuguesas a 6 de novembro de 2025, depois de integrar a programação especial do Tribeca Festival Lisboa, onde será exibido no dia 30 de outubro.
Depois de Pedro e Inês, António Ferreira regressa com um retrato intimista que explora a vulnerabilidade do corpo, o peso da memória e a força da empatia. A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS acompanha Arménio, um octogenário ex-combatente da guerra colonial portuguesa, que é internado num lar de terceira idade. Nesse novo universo de rotinas, fragilidades e silêncios, conhece Hermínia, uma auxiliar negra que passa a cuidar dele. Entre ambos nasce uma amizade improvável, que o obriga a confrontar os fantasmas do passado e a procurar redenção. Através de uma narrativa contida e interpretações intensas, A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS propõe um encontro entre gerações, memórias e feridas que o tempo não apagou. Um olhar sensível sobre a fragilidade da condição humana e a inevitabilidade da morte, abordando de forma subtil temas que atravessam a sociedade contemporânea, como o envelhecimento populacional, o colonialismo e o racismo estrutural. O filme esteve em competição no 27º Shanghai International Film Festival, onde José Martins recebeu o Prémio de Melhor Ator, e no 14º Tangier Film Festival, distinguido com Menção Honrosa para Melhor Argumento, entre outros festivais de cinema. A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS estreia agora no Tribeca Festival Lisboa, a 30 de outubro, e chega aos cinemas portugueses a 6 de novembro, com distribuição da NOS Audiovisuais. Festivais internacionais
Sinopse: Arménio um octogenário ex-combatente da guerra colonial portuguesa, vê-se obrigado a ser internado num lar de terceira idade, onde conhece Hermínia, uma auxiliar negra que cuidará dele. Confrontado com a vulnerabilidade da velhice, Arménio é forçado a enfrentar os fantasmas do seu passado, enquanto uma inesperada amizade floresce entre ele e Hermínia. Este filme é um retrato intimista de um idoso numa instituição, explorando a fragilidade da condição humana, a inevitabilidade da morte e a busca de redenção. Aborda questões prementes da nossa sociedade, como o envelhecimento populacional e o racismo estrutural |
